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Dor no corpo, dor na alma
Dor no peito
Aperto
Eu nunca disse que era bravo
Eu nunca disse que podia
Eu só disse que ia tentar
Prometi esforço e me esforcei
Não deu certo
Como nunca dá
Dor no corpo, dor na alma
Tonteira
Náusea
Eu nunca disse que era capaz
Eu nunca disse que era possível
Eu só pedi paciência
Tentei e falhei
Paciência
Eu te disse que ia dar errado
Eu te disse que estava fadado
Mas você preferia tentar
Pra você não afeta em nada
Você é bem melhor em negar
Em usar disfarces
Eu tive minha chance
Mas nem por um instante
Nem por um mísero instante
Eu tive alguma chance
Ou alguma fé
De que daria certo
Não dá
De um jeito ou de outro
Fracasso é o fim que será.

É uma pena que eu não consiga me esconder nas palavras, como você faz. Minhas palavras são eu. Minhas palavras sou eu. E eu sou um livro aberto. Não são minhas, eu sou delas. Sou personagem de um livro que ninguém escreveu.

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