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Monthly Archives: abril 2011

E quando o dia acabar, quem é você?
Sempre se olhando no espelho.
Mesmo sabendo que dos seus próprios olhos
não vem nenhuma solução
Sufoca ao respirar
Ninguém disse que seria fácil
Mas quem não disse que era errado?
E de silêncio em silêncio vive em dor
Não vai haver mais glória, você sabe?
Você sabe.
Então me diz
Quando tudo isso acabar
O que sobra de você?
O que você vai dizer pras montanhas
Quem cobra você é quem nunca te viu
com as músicas e poemas sinceros.
Sem cera.
Arranque a máscara e a casca.
Dor por dor, que doa de uma vez.
E quando o dia acabar, quem é você?
Sempre se olhando no espelho.

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Minhas palavras vão ao vento
como sementes pro meu próprio coração.
Existe vida mesmo após a vida.
Existe vida mesmo.
Após a vida, encontre paz.
Encontro paz na presença, sozinho.
O nada é impossuível
e inestimável a quem o possui.
Vivi milhões de vidas para querer a morte.
Vivi só uma morte para voltar a viver.
Idas e voltas.
Fuga e retorno.
Com braços ao meu entorno.
Recebido.
Amado.
Entendido.
Lágrimas trocadas por lágrimas.
Vida.
Viva.

Promessas como filhos.
Solidão.
Mas quão fiel é o traidor que entrega a si mesmo?
Luzes em vermelho.
Tempo e direção.
Tentei viver sem olhar o espelho
mas meu castelo, feito de prata,
é puro resquício e confissão.
Eu fiz e não me nego.
Dizer pra sempre não.
Comece no começo, mas com a mente no fim.
Do fim ninguém escapa.
O fim não escapa de mim.